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quarta-feira, 30 de maio de 2012

OBSERVATÓRIO DA VIOLÊNCIA DCM - Você viu A LIGA ontem?

O programa da Rede Bandeirantes, A LIGA, passou grande reportagem com o Tema Violência Doméstica.



Para assistir aos vídeos, clique aqui.

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

DIA DAS MÃES DCM - Brasileiras têm menos filhos e adiam gravidez por profissão

Fonte: Amanda Cieglinski, Agência Brasil , com edição de Juliana Andrade e Lílian Beraldo. Foto: Divulgação


Da década de 60 até o início deste século, houve uma mudança significativa no perfil das mães brasileiras. A mulher está deixando a maternidade para mais tarde e optando por ter uma família bem menor do que tiveram suas mães e avós. Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a taxa de fecundidade no Brasil cai a cada ano: na década de 60 era superior a seis filhos por mulher e em 2010 chegou a 1,9 filho por mulher.

Vários fatores explicam essa mudança no perfil das mães no Brasil, aponta a demógrafa e professora da Universidade de Brasília (UnB) Ana Nogales. “Os principais são o aumento da escolarização das mulheres, a urbanização e a participação feminina mais forte no mercado de trabalho”, indica a pesquisadora. A demógrafa acredita que, além dos fatores ligados à evolução do papel da mulher na sociedade, há uma influência cultural que fez mudar o padrão reprodutivo. “Na década de 80 e 90, falou-se muito em um padrão de família ideal. A mídia e as telenovelas brasileiras sempre apresentavam famílias menores e como esse modelo trazia vantagens para os filhos”, diz.

Atualmente, a taxa de fecundidade brasileira se assemelha à de países europeus como a Dinamarca, Suíça e Noruega e é inferior à dos Estados Unidos. “A redução no Brasil foi muito acelerada e sem uma política governamental para controle da natalidade, como ocorreu no México ou na China. Os países desenvolvidos não tiveram esse processo tão rápido como vemos aqui, em que a mudança ocorre de uma geração para outra”, aponta Ana.

O modelo de família com poucos filhos, entretanto, ainda não é padrão em todas as regiões do país. Enquanto a média nacional em 2010 foi 1,9 filho por mulher, no Norte ficou em 2,47 – superior à taxa de fecundidade que o país registrou dez anos antes. O menor índice foi registrado no Sudeste: 1,7 filho por mulher, inferior à média de países como a Bélgica, o Reino Unido e a Finlândia. Ainda assim, foi no Norte e no Nordeste que se contatou as maiores reduções na taxa de fecundidade entre 2000 e 2010 (21,8% e 23,4%, respectivamente).

O Censo 2010 também destaca uma mudança, ainda que menos acelerada, no chamado padrão etário da fecundidade. Até o ano 2000, a tendência era um “rejuvenescimento” no perfil das mães, com maior concentração de gestações entre as jovens de 15 a 24 anos. Mas, na última década, segundo o IBGE, observou-se uma reversão desse movimento. Em 2000, os grupos das mulheres mais jovens, de 15 a 19 anos e de 20 a 24 anos, concentravam 18,8% e 29,3% da fecundidade total, respectivamente. Esses patamares passaram para 17% e 27% em 2010. Ao mesmo tempo, no grupo de mulheres com mais de 30 anos, a participação na fecundidade total da população subiu de 15,85% para 18% entre 2000 e 2010.

“Na última década temos visto que a mulher está prorrogando o momento de iniciar a vida reprodutiva. Além da entrada no mercado de trabalho e da maior escolarização, nós tivemos mudanças nas relações. As mulheres estão mais independentes e quando você tem filhos isso traz mais responsabilidades com relação ao seu lar, a sua família”, explica Ana Nogales.
A Agência Brasil entrevistou mães de diferentes perfis – desde jovens que pretendem ter apenas um ou dois filhos a mulheres que adiaram os planos de engravidar para se dedicar à vida profissional.

Elas falam sobre os desafios da maternidade e a experiência de ser mãe.

Daniella Goulart, professora universitária, 43 anos. Mãe de Gabriel, 1 ano.

Eu nunca tive como projeto de vida ser mãe. Para mim, a maternidade não era uma questão de realização. Sempre me dediquei muito às realizações profissionais. Apesar de toda resistência, a maternidade veio na hora certa. Me sinto madura o suficiente, não tenho aquele sentimento de que posso estar perdendo alguma coisa, de que poderia estar em outro lugar ou que o filho me limita. Depois de ter tido meu filho, descobri que tenho vocação para ser mãe e estou muito realizada. Eu acho que o ponto positivo de ser mãe na minha idade é que nós saímos na frente em matéria de informação e maturidade. O lado ruim é que eu fico calculando: quando meu filho estiver com 17 anos eu já vou estar com 60. Estou considerando que terei um filho só. Sei que ele vai pedir um irmãozinho, que poderá se sentir sozinho, mas essa é a realidade dele.

Poliana Santos Castro, fisioterapeuta, 42 anos. Mãe de Lucas, 2 anos.

Passei sete anos fazendo tratamentos e diversos exames para conseguir engravidar. Esse período foi marcado por muita angústia e uma expectativa constante. Sempre tive o sonho de ser mãe e, depois de muitos anos tentando, eu finalmente engravidei. Foi uma época muito feliz. A minha primeira alegria foi quando o exame deu positivo. A segunda, quando ouvi o coraçãozinho dele batendo. E a terceira e definitiva alegria foi quando meu pequeno nasceu. Até hoje olho para meu filho e me emociono muito. Ele é uma criança linda, esperta, sapeca. Meu filho convive muito com o irmão por parte de pai e isso me alivia porque ele não fica tão sozinho. Pelo fato da maternidade tardia, não sei se terei outro filho naturalmente, mas agradeço muito por ter um tão abençoado. A maternidade representa uma vida antes e outra completamente diferente depois. Antes, eu era apenas filha de uma mãe maravilhosa e, depois do parto, parece que nasci de novo. A carreira profissional é muito importante, mas para ser uma mulher completa eu precisava ser mãe.

Claudilene Meireles Torres, 21 anos, grávida do primeiro filho.

Estou grávida do meu primeiro filho e não pretendo ter mais. Tive que parar de estudar e vou ficar cuidando dele pelo menos até que complete seis meses. Estou feliz por estar grávida, mas tive que parar minha vida. Pretendo voltar a trabalhar e estudar assim que for possível. Acho que um filho está de bom tamanho. Quero me estabilizar financeiramente e, quando ele for maior, me dedicar à vida profissional. Agora sei que tenho uma responsabilidade muito maior, tenho alguém que depende de mim. Hoje em dia, o custo de vida é alto e pretendo dar um bom estudo para meu filho. Eu não tive oportunidades e quero oferecer isso para ele. Prefiro ter só um filho e poder dar uma educação de qualidade. Quero ensinar para ele que não é preciso ter irmãos para ser feliz, se ele quiser brincar, se precisar conversar, eu estarei sempre com ele.

Rosa Dias dos Santos, 85 anos, dona de casa. Mãe de 11 filhos.

Eu tive 17 filhos, mas seis morreram e criei apenas 11. Sou da Bahia. Eu e meu marido viemos para Brasília para tentar dar uma educação melhor para os nossos filhos, que são meu porto seguro. Para mim, meus filhos são meus pés e minhas mãos, me sinto realizada por ter criado todos tão bem. Quando era jovem pensava que ser mãe era o maior sofrimento do mundo, mas hoje ser mãe é a razão da maior felicidade. Eu tive meu primeiro com 20 anos e o mais velho, com 44 anos. Nunca trabalhei fora até porque, quando eu era jovem, o marido tinha obrigação de sustentar a casa. E como eu tinha muitos filhos era impossível trabalhar fora. Hoje em dia os pais nem sempre conseguem educar os filhos direito porque ambos precisam trabalhar e não podem acompanhar o que as crianças estão fazendo. Nunca me arrependi de ter tido tantos filhos, valeu a pena e se eu pudesse teria criado alegremente os 17. Os dias mais felizes da minha vida são quando reunimos a família inteira, é uma festa muito grande.

Ana Maria dos Santos, trabalhadora doméstica, 23 anos. Mãe de Mel Ketleyn, 8 anos, e grávida de João Luca.

Sou muito feliz por ser mãe. Vejo muitas pessoas tentando engravidar há anos e eu tenho essa sorte. Já tenho uma filha e ela é minha companheira, somos muito amigas e, às vezes, as pessoas pensam que eu nem sou mãe dela. Eu engravidei aos 14 e não foi planejado. Eu era uma criança e só não foi tão ruim porque morava com os meus pais e eles estavam sempre ao meu lado. Me apoiaram e cuidaram da minha filha até 2 anos de idade. Eu mesma não tinha preparação nem a mínima ideia de como cuidar de um bebê. Agora estou grávida do segundo e é um menino, também não foi planejado. Por mim, só teria um filho, por causa da situação financeira, ainda mais agora que eu não moro mais com os meus pais e meu marido me abandonou no quarto mês de gestação. Quem me ajuda muito são as pessoas da igreja que frequento. Criar um filho sozinha é muito difícil, dois então é mais complicado ainda. Quero estudar e correr atrás do tempo perdido, mas vou ter que esperar um pouco mais.


sábado, 12 de maio de 2012

ONG DCM DESEJA UM EXCELENTE DIA DAS MÃES!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Síndrome do Pânico, entenda o que é

Fonte: Minha Vida - Escrito por: Viviane Ramos Toledo Fisioterapia

Ansiedade, estresse e situações do cotidiano podem desencadear o problema

A Síndrome do Pânico é um tipo de ansiedade caracterizada por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes.

O que acontece é que o sistema de "alerta" normal do organismo - o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite a uma pessoa reagir a uma ameaça - tende a ser desencadeado desnecessariamente.

O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação que ocorre entre os neurônios (células do sistema nervoso). Um desequilíbrio na produção da serotonina e da noradrenalina pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Isto é o que ocorre em uma crise de pânico.

Mas o que leva a este desequilíbrio de neurotransmissores?

Verificamos que são situações de insegurança, traumas, perdas de entes queridos, choques como roubos e assaltos, estafa, nervosismo, estresse, fraqueza emocional, dentre muitas outras.
Depois de ter uma crise de pânico, a pessoa pode desenvolver medos irracionais (chamados fobias) de algumas situações como dirigir, andar de elevador, namorar, ir ao cinema, etc. E, portanto, começar a evitá-las.

Gradativamente o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais, que a pessoa pode se tornar incapaz de pôr o pé fora de casa. Desta forma, o distúrbio do pânico pode ter um impacto tão grande na vida de uma pessoa como outras doenças mais graves. A menos que ela receba tratamento eficaz e seja compreendida pelos demais. 

Quem sofre de Síndrome do Pânico?

Geralmente são pessoas extremamente produtivas, que costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres. São bastante exigentes consigo mesmas e não convivem bem com erros ou imprevistos. Têm tendência a se preocuparem excessivamente com problemas cotidianos, possuem alto nível de criatividade, perfecionismo, excessiva necessidade de estar no controle e de aprovação. Mantém expectativas extremamente altas para si. Com pensamento rígido, competente e confiável.
Sintomas

Os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (apesar desta causa existir, porém ser de difícil percepção) e são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". Os principais são:

- Tontura, atordoamento, náusea
- Palpitações
- Dificuldade de respirar 
- Calafrios ou ondas de calor, sudorese
- Distorções de percepção da realidade
- Sensação de que algo horrível está prestes a acontecer
- Confusão, pensamento rápido
- Medo de perder o controle
- Medo de morrer
- Vertigens ou sensação de debilidade

Tratamento

Sugerimos a você a soma de duas técnicas: Microfisioterapia e Terapia Floral.
Através da Microfisioterapia (técnica francesa de reprogramação celular) as causas do pânico serão detectadas, e "apagadas", então após a renovação celular, seu organismo passa a receber mensagens diferentes das novas células, pois as mesmas não possuem mais as informações das causas do pânico e, desta forma, seu organismo reage de maneira diferente, em busca da cura.

A Terapia Floral trabalha, através do equilíbrio das emoções, o fim dos problemas que causaram o pânico. Através de uma série de entrevistas continuas, com acompanhamento constante e individualizado, e a administração de florais de acordo com as causas descobertas, prepara-se o paciente para que ele possa enfrentar seus limites e as adversidades vitais de uma maneira menos estressante.

Sofrer de pânico não é loucura, nem "frescura" e a melhor maneira para conviver com uma pessoa que passou ou passa por este problema, é compreendê-la e tranquilizá-la, trazendo-lhe bem-estar.

Produtos de limpeza podem ser agressivos para a saúde

Fonte: Minha Vida - Escrito por: Especialista Walter Alexandre - Terapeuta holístico


Confira algumas dicas de limpeza natural e evite os materiais químicos
Hoje em dia, utilizamos muitos produtos industriais para a limpeza em nossa casa. Quase sempre não temos o conhecimento de como esses produtos utilizam componentes químicos muito agressivos ao nosso bem-estar. Alguns nomes até são sugestivos a uma limpeza poderosa: super-concentrado, furacão disso, poder daquilo, entre outros.

Vários produtos vêm com algumas orientações, como: não ingerir; evite inalação ou aspiração, contato com os olhos e pele; mantenha o produto em sua embalagem original; lave bem as mãos após o uso; use luvas para sua aplicação; não misturar com outros produtos; procure socorro-médico; em caso de contato com os olhos lave com água corrente e em caso de persistir a irritação, procure um médico. Isto mostra que estamos usando produtos fortes que exalam componentes químicos agressivos à nossa saúde. Essas orientações estão com letras tão pequenas que mal podemos enxergar. Entretanto, elas devem ser cumpridas à risca. 

A água com sabão ainda é a forma de limpeza mais saudável e é bem antisséptica. E aqui coloco o sabão em pedra, o sabão de coco e sabões neutros. Os produtos menos agressivos e mais naturais estão saindo do mercado. É claro que esses materiais de limpeza mais fortes limpam com mais rapidez. Jogamos o produto no local a ser limpo, deixamos de molho e é só enxaguar. Embora ganhemos tempo, livrando-nos do trabalho com a limpeza "pesada", e a casa fique tão reluzente quanto perfumada graças ao leque de limpadores e desodorizantes de ambiente, não chegamos a imaginar qual será o destino desse acúmulo de substâncias químicas a que recorremos sem cessar.
Ao abordar a qualidade do ar que respiramos, devemos ter bem presentes esses conceitos. O local fica muito impregnado com o produto químico que vai ficar ali por vários dias.

Outra questão a ser abordada é o "cheiro de limpeza". Para ficar mais agradável, colocam-se aromas que vão "maquiar" o efeito agressivo da emanação química. Esses aromas não são naturais, não devemos nos sentir como se estivéssemos em uma plantação de lavanda, espremendo limão ou em um bosque de eucaliptos. Esse "cheirinho de limpeza" está "mascarando" o problema.

Para a utilização desses produtos, a dona de casa ou a pessoa que faz limpeza deve usar luvas de borracha, óculos protetores ou máscara dessas usadas na construção civil, para proteção da fumaça e poeira. Todo esse material diminui os efeitos prejudiciais à saúde de quem trabalha, mas não para todos que moram em casa, principalmente, para as crianças, idosos e pessoas sem vitalidade. Após a limpeza o local deve ser arejado, totalmente aberto e se possível ventilado durante algumas horas.
Outros produtos que não são de limpeza, mas que merecem o mesmo cuidado são as colas de fórmica, tintas a óleo, graxas, solventes, acetona e outros produtos do petróleo. Eles exalam o gás benzeno e outros, tóxicos ao nosso organismo. 

Os inseticidas, repelentes e aerosóis são muito agressivos e merecem toda a atenção de quem pulveriza, pois podem deixar um ambiente bem carregado de produtos químicos prejudiciais ao nosso bem-estar. Todos esses artigos devem permanecer bem fechados e bem guardados, longe das crianças e fora das proximidades de fogões, geladeiras e alimentos. O ideal seria longe das cozinhas. Alguns produtos de limpeza exalam formaldeído, tricloroetileno, hidrocarboneto, hidróxido, amoníaco, gases bastante agressivos.

Como melhorar o ambiente em nossa casa?

Podemos começar com o uso de produtos mais naturais. A água com sabão ainda é a forma de limpeza mais saudável e é bem antisséptica. E aqui coloco o sabão em pedra, o sabão de coco e sabões neutros. O vinagre é um excelente aliado para a limpeza "pesada". Pode deixar um cheiro forte, mas, logo se desfaz e é um produto saudável e excelente desinfetante. Podemos utilizar o suco de limão, o bicarbonato de sódio com água quente, o álcool, que deve ser diluído. A cera, menos agressiva para pisos e assoalhos é a cera em pasta, de carnaúba. Outros produtos naturais são os preparados com cera apícola, sabão com um pouco de areia, produtos de fermentação láctea e tensoativos de óleos vegetais. Para pisos frios, a utilização do anil como clareador é muito boa.

Alguns sintomas provocados por intoxicação de gases emanados por produtos de limpeza são: enjôos, dores de cabeça, vômitos, erupções, alergias, tosse, irritação e inflamação nos olhos e vias respiratórias, asma (exposição prolongada), eczemas, diminuição das defesas do organismo, queimaduras na pele, intoxicação, irritações cutâneas, perda de apetite, sonolência e outros mais complicados. Esses sintomas podem afetar também os animais domésticos.

Ao se trabalhar durante muitos anos com produtos de limpeza e de construção sem utilização de luvas, em contato direto com os dedos, podemos, inclusive, diminuir as impressões digitais, tal o poder abrasivo desses produtos nos nossos tecidos. Lustradores de pisos e móveis podem ser tóxicos ou inflamáveis e contêm derivados de petróleo, nitrobenzeno e dietilenglicol. Com uma parte de suco de limão e duas partes de azeite de oliva ou vegetal, conseguem-se excelentes resultados muito mais sadios.

Podemos utilizar produtos naturais para tirar manchas tais como: leite, vaselina, glicerina, creme de barbear, óleo de linhaça, entre outros. Para se obter um bom aroma de limpeza podemos colocar cascas de limão ou laranja em uma frigideira, indo ao fogo por alguns instantes e ao sentirmos o aroma cítrico, levá-la para o local onde foi realizada a limpeza.

O que tento passar para os leitores não é incutir um receio ao uso desses produtos, mas chamar a atenção para a precaução e uma mudança na forma de pensar em relação à limpeza geral da casa. O que nos parece mais trabalhoso pode significar mais qualidade de vida, saúde e bem-estar para todos na residência. É uma das formas de tratarmos a nossa casa como um lar, lugar totalmente aconchegante e saudável.

Exercício físico pode reduzir risco de Alzheimer em qualquer idade

Fonte: Minha Vida - publicado em 19/04/2012

Estudo sugere que tarefas como cozinhar e lavar pratos também ajudam na prevenção

A atividade física diária pode reduzir o risco da doença de Mal de Alzheimer mesmo em pessoas com mais de 80 anos, de acordo com uma nova pesquisa feita pelo departamento de neurologia da University Medical Center, em Chicago, Estados Unidos. Os pesquisadores reuniram 716 idosos na faixa dos 82 anos, todos sem qualquer tipo de demência, e acompanharam os níveis de atividade física de cada um usando um dispositivo chamado actígrafo.

Após três anos e meio, 71 pessoas desenvolveram a doença de Alzheimer. Aqueles que estavam praticaram apenas 10% da quantidade de exercícios recomendada foram duas vezes mais propensos a desenvolver a doença. Os estudiosos também descobriram que não só atividades como correr e musculação ajudam a diminuir o risco de Alzheimer, mas também tarefas como lavar pratos, cozinhar, jogar cartas e até mesmo usar uma cadeira de rodas.

De acordo com os estudiosos, os idosos devem ser encorajados a seguir um estilo de vida mais ativo, seja subindo e descendo escadas ou lavando pratos. Eles também afirmam que são necessários mais estudos para descobrir como o exercício pode ajudar na prevenção de demência.

Siga 6 rastros do Alzheimer antes que ele se revele

"Fumo, obesidade, hipertensão e diabetes contribuem para o aumento de lesões no cérebro que levam à perda de cognição", afirma o psiquiatra Cássio Bottino, do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. As lesões, associadas às dificuldades de conexão entre os neurônios, dão origem à maioria dos diagnósticos de Alzheimer atualmente. A seguir, especialistas discorrem sobre a relação entre esses fatores e dão dicas para você cuidar melhor da saúde e se proteger contra o Alzheimer:
Síndrome metabólica

A geriatra Yolanda Boechat, coordenadora do Centro de Referência em Atenção ao Idoso da UFF-RJ, explica que a síndrome metabólica eleva a incidência de doença vascular cerebral, além de aumentar o estresse oxidativo. A síndrome provoca um maior acúmulo de gordura no sangue, dificultando a circulação pelo corpo. Com isso, há um aumento de lesões microcardiopáticas, assim como a atrofia cerebral. Segundo a especialista, esses fatores, juntos, podem elevar a perda da memória em até 40%.

Hipertensão

Em um quadro de hipertensão arterial, a intensidade com que o sangue circula acaba causando lesões nos vasos, inclusive nos do cérebro. "Danificados, eles acabam levando menos sangue, oxigenação e nutrientes para o cérebro", afirma Cássio Bottino. O tecido cerebral é muito dependente da oxigenação do sangue e pode perder capacidade caso surjam falhas vasculares.

Tabagismo

"O cigarro acelera o processo de envelhecimento neurológico e a atrofia cerebral, o que agrava as chances de Alzheimer", afirma Yolanda Boechat. Além disso, é possível que o risco aumente por causa de pequenos infartos cerebrovasculares que aumentam a morte de neurônios, provocados pelas toxinas presentes no cigarro.

Álcool

O consumo de mais de duas doses diárias de álcool, não importa a bebida, aumenta em quase 10% as chances de ter distúrbios neurológicos. Fora isso, o alcoolista crônico sofre com a perda de tecido cerebral, ou seja, o cérebro encolhe com o tempo e agravam-se problemas como esquecimento e perda da memória recente. Mas o consumo de uma dose diária de álcool (e isso varia de acordo com a bebida) pode retardar o aparecimento do Mal de Alzheimer.

Sedentarismo

A atividade física, além de combater a obesidade e outros fatores de risco apontados pelo estudo, banha o cérebro com endorfina. Esse hormônio é um antioxidante capaz de fazer uma faxina no cérebro e eliminar radicais livres, combatendo o envelhecimento das células "A prática regular de atividade física também contribui com a irrigação sanguínea das células neuronais, melhorando as conexões e o raciocínio", afirma a médica Yolanda.

Depressão

A dificuldade de relacionamento causada pela depressão prejudica a memória e a capacidade de comunicação, inibindo o funcionamento de partes do cérebro. "Se não for tratada, a depressão pode levar à falência da área cerebral responsável pela memória (hipocampo), incluindo a de fatos recentes."