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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

SAÚDE DCM - Novos medicamentos para tratamento de infarto no SUS

Fonte: Secom

Pacientes que sofrem de infarto agudo do miocárdio terão novas opções de tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com a incorporação de mais quatro medicamentos para diagnóstico, cuidado e prevenção. A medida terá investimento anual do Ministério da Saúde de R$ 34,9 milhões.

Entre as novidades está a inclusão dos medicamentos tenecteplase e alteplase. Os dois ajudarão a reduzir as complicações e a mortalidade prematura e poderão ser usados pelas equipes médicas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e nos hospitais do SUS.

Os pacientes passarão a receber também o clopidogrel, que previne a formação de coágulos e diminui o risco de novos infartos. O diagnóstico também está sendo aperfeiçoado, com a inclusão da troponina, teste para diagnóstico rápido do infarto.
O uso nos hospitais do SUS tem início em janeiro. Para garantir a eficácia, a incorporação dos medicamentos será acompanhada da implantação de novo protocolo clínico para síndromes coronarianas agudas, além da expansão da rede de atendimento com a criação de 150 leitos específicos para estes pacientes. Em 2009 (último dado consolidado), o Brasil teve 319 mil óbitos causados por doenças cardiovasculares, o equivalente a 31% das mortes naquele ano.

Desde 2007, o Ligue 180 já atendeu mais de dois milhões de mulheres. Só este ano, até outubro, a central recebeu 530 mil ligações

Fonte: Secom

Gostaria de saber se cresceram ou diminuíram as denúncias de violência contra a mulher e como o Brasil poderia diminuir os casos de brasileiras vítimas de abusos no exterior.
Ana Paula C. Jansen, 19 anos, estudante em Porto Alegre (RS)
Presidenta - O número de denúncias vem crescendo e isso é positivo, porque mostra que as mulheres estão mais conscientes e cada vez mais enfrentando o problema de frente. A Secretaria de Políticas para as Mulheres mantém, gratuitamente, o Ligue 180. O objetivo é orientar, informar sobre como funciona a legislação de proteção, como a Lei Maria da Penha, e sobre onde e como buscar atendimento. Desde 2007, o Ligue 180 já atendeu mais de dois milhões de mulheres. Só este ano, até outubro, a central recebeu 530 mil ligações. A partir de 25 de novembro, Ana Paula, nós estendemos esse serviço gratuito, que tem salvado muitas vidas, também para as brasileiras que vivem na Espanha, Itália e Portugal. Da Espanha, as mulheres devem ligar para 900 990 055; da Itália, para 800 172 211; e de Portugal, para 800 800 550. Na ligação, as brasileiras devem optar por 1 ou 3 e informar à atendente, em português, o número 61-3799 0180. Uma das principais políticas de proteção é a Rede de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres, que atua de forma articulada com estados, municípios, instituições públicas e a comunidade. Objetivo: dar atenção social, psicológica, orientação jurídica e, sendo necessário, acolhimento nas Casas Abrigo.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Tivemos 300 mil processos nesses cinco anos, cem mil julgamentos, dez mil prisões em flagrante, coisa que, antes da Lei Maria da Penha, não existia

Fonte: Secom


Em entrevista ao programa Bom Dia Ministro de quinta-feira (8), a ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, falou sobre a Lei Maria da Penha, a autonomia financeira e fez um balanço da Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180. Leia abaixo trechos da entrevista, editada pelo Em Questão.
Maria da Penha

O que nós buscamos é o julgamento rápido dos processos que dizem respeito à Lei Maria da Penha, ampliação da nossa rede de proteção às mulheres, com os Centros de Atendimento, delegacias especializadas, centros de referência de atendimento à mulher. Não só atender às vítimas, tanto as mulheres quanto às crianças, jovens e adolescentes, como também criar uma nova postura e uma nova cultura no Brasil de que bater em mulher, agredir, é crime. Os números são animadores. Tivemos 300 mil processos iniciados nesses cinco anos, cem mil julgamentos, dez mil prisões em flagrante, coisa que, antes da Lei Maria da Penha, não existia.
Violência contra a mulher

Em dez anos, foram quase 43 mil homicídios provocados por violência doméstica. A cada quatro minutos, no País, temos quatro vítimas de agressão violenta.
Casa-abrigo

A casa-abrigo é um dos instrumentos importantes para o cumprimento das medidas protetivas contra a mulher que está ameaçada e que corre risco. Podemos e devemos construir mais, infelizmente. Gostaríamos que não existisse, porque a existência da casa-abrigo só confirma o nível de violência e a necessidade que tem de separação de corpos, porque a mulher corre risco.
Autonomia econômica

O programa Brasil Sem Miséria atingirá as mulheres, para que saiam da condição de pobreza. Estamos trabalhando a linha de crédito e discutindo capacitação, levando em consideração o potencial regional. Destacamos os programas já aprovados, contidos no Plano Plurianual, que trata de inclusão das mulheres no mercado de trabalho formal. O objetivo é chegar a 2014 capacitando cem mil mulheres.
Mercado informal

Defendemos a instalação de um sistema eficaz de fiscalização para reduzir a presença da mulher no mercado informal. Temos, talvez, o maior contingente de trabalhadoras domésticas do mundo: 7,3 milhões. A partir da resolução da OIT deste ano, o Brasil se compromete a regulamentar. Para isso, precisamos da mudança do art. 7º da Constituição, que diferencia as trabalhadoras domésticas dos demais trabalhadores.
Serviço 180


O Ligue 180, nesses seis anos de existência, já fez dois milhões de atendimentos. Há uma semana, lançamos o Ligue 180 Internacional, que vai contribuir com as mulheres brasileiras que estão fora do Brasil e que precisam de um atendimento direto.

Relações internacionais

O nosso Ligue 180 Internacional é um programa que foi discutido e negociado previamente pelo Ministério de Relações Exteriores e da Justiça. O programa prevê trabalhar com a legislação internacional e com os acordos bilaterais que o Brasil tem com os países onde o programa está instalado. Começamos com Espanha, Portugal e Itália, mas não se restringirá a esses países. Elas ligarão a cobrar e vão falar com atendentes preparadas e, em seguida, o caso será levado às autoridades competentes.
Procedimentos
Haverá casos em que será diretamente direcionado à Polícia Federal, quando, por exemplo, se tratar de tráfico ou trabalho escravo. Em outros casos, encaminharemos ao consulado brasileiro e, talvez, o serviço que aquela pessoa precise, a própria rede de serviço daquele país onde ela está é suficiente, basta que ela procure. Os casos que envolvem crianças, filhos, que necessitará da interferência do nosso consulado ou da nossa embaixada onde essa mulher estiver.


Tráfico de pessoas

Não é fácil fazer uma campanha para atingir a todas porque, quando elas chegam nos aeroportos, que é onde a gente pode encontrá-la, já está com os compromissos assumidos, ela está encantada com aquela possibilidade. Normalmente, essas mulheres são vítimas de organizações criminosas, mas há, também, casos de mulheres que saem do Brasil encantadas com um casamento, com um novo relacionamento. A verdadeira personalidade desses seus companheiros só se expressa quando ela está fora do Brasil. O cárcere privado é muito comum nesses casos.


Pacto Nacional
O Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência, que se constitui de uma rede que articula estados, municípios e que se relaciona diretamente não só com o governo federal, mas também com o Ministério Público, com as defensorias públicas e, particularmente, o papel do Judiciário nesse enfrentamento para a redução da violência.

Articulação
Eu pessoalmente fui duas vezes ao Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça. Assinamos protocolos com eles. Fizemos um protocolo também com os procuradores federais. Estabelecemos um diálogo com os governadores. Acho que estamos ganhando essas instituições para a compreensão da extensão da violência no Brasil. Não é um caso aqui e outro ali.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

ONG DCM deseja a você Boas Festas!



Comunicamos a todos os parceiros, associados e aprendizes que nossa festa de encerramento será no dia 20 de dezembro.


Entraremos em recesso a partir do dia 18/12 até 16/01/2012. Retornaremos às atividades no dia 17 de janeiro, em mesmo horário.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Silêncio das Inocentes

Fonte: XAD Camomila
O documentário Silêncio das Inocentes conta a história da criação da Lei Maria da Penha (Lei11.340/2006) e da luta das mulheres contra a violência doméstica e familiar.

Para retratar a triste realidade social da violência contra as mulheres no Brasil, o documentário traz depoimentos de vítimas, autoridades e especialistas no tema, buscando lançar uma luz sobre o problema bem como incentivar o debate.

Em que pese os inúmeros estudos e pesquisas realizados, o silêncio que cerca a violência no ambiente familiar impede que os dados levantados revelem corretamente a magnitude deste fenômeno social e o perfil das vítimas.

Para romper o silêncio que envolve a violência doméstica, faz-se necessário um processo de mobilização social contra a violência nas famílias. Este documentário pretende estimular a discussão, contribuindo para fortalecer o discurso de combate à violência contra as mulheres, principalmente, aquela que é perpetrada no âmbito familiar. Segue abaixo o trailer de Silêncio das Inocentes (Voglia Produções Artísticas, 2011), com direção de Ique Gazzola e roteiro de Rodrigo Azevedo.

Confira o trailer: