Quem Somos

Conheça a Ong DCM

Doações

Saiba como fazer a sua doação

Seja um Voluntário!

Saiba como se tornar um voluntário

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Nunca desista,Lute Sempre!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

ONG DCM se encontra com Maria da Penha em Conferência

Fonte e foto: Prefeitura de Limeira e Da Redação

Com uma história de vitória sobre a violência domiciliar, Maria da Penha Maia Fernandes emociona e inspira. Sua luta pelos direitos da mulher contra qualquer violência física, psicológica ou patrimonial sofrida dentro de casa transformou-se em Lei e, hoje, protege muitas outras mulheres.

No dia 9 de novembro, o Fundo Social de Solidariedade de Limeira realizou o 1º Encontro Regional em Defesa à Mulher Vítima de Violência, que contou com palestra da farmacêutica bioquímica, que passou por diversas violências e sofreu duas tentativas de homicídio cometidas pelo próprio marido, e reuniu instituições e órgãos públicos de Limeira e outras 23 cidades.  A ONG DCM, o CONDIM e a Prefeitura de Praia Grande foram especialmente convidados a participar do evento.




A Presidente da ONG DCM, Ana Silvia Passberg de Amorim (à esquerda) e  a coordenadora de Ação e Cidadania de Praia Grande, Sônia Regina Carvalho da Cunha (à direita), comparaceram ao evento



O histórico de vida de Maria da Penha Maia Fernandes culminou na sanção da Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva: a Lei Maria da Penha.

O evento divulgou ainda a segunda edição da Campanha "Não se cale. Violência contra a mulher é crime", realizada pelo Fundo Social da Cidade interiorana e o Centro de Promoção Social Municipal.
Durante sua palestra, Maria da Penha descreveu com detalhes os sofrimentos infligidos por seu ex-marido, deixando-a paraplégica, e como foi longa e penosa a busca por justiça. Para ela, as mulheres não devem temer denunciar seus parceiros violentos, mas ter a consciência de que tem o direito de ser feliz.
"É muito importante a divulgação dos direitos da mulher para que elas busquem uma solução para os problemas que enfrentam, muitas vezes pelo uso da força de maneira covarde. Hoje temos a Lei, temos programas de proteção e casas de acolhimento, e devemos continuar lutando e buscando a felicidade", disse.

Maria incentiva também a disseminação desses direitos e do respeito à mulher desde cedo, dentro das escolas."A educação no trânsito rendeu muitos frutos, pois as crianças ensinam os pais sobre o que é correto fazer. Tendo a educação voltada aos direitos da mulher e o respeito, as crianças estimularão seus pais a proceder de forma correta também em relação às mães", explicou.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

C O M U N I C A D O - Confira a posição da ONG DCM em relação a repasse de recursos financeiros

Devido a denúncias divulgadas pela mídia envolvendo organizações não-governamentais (ONGs) “fantasmas” do país inteiro, tendo como destaque o desvio de verbas na firmação de convênios com o Ministério do Esporte, a ONG DEFESA E CIDADANIA DA MULHER (DCM) percebeu a necessidade de esclarecer alguns fatores:

Nossa entidade foi fundada oficialmente em 25 de maio de 2005 e possui como finalidade oferecer amparo e assistência às mulheres enquadradas em situação de vulnerabilidade, seja ela social, financeira ou, inclusive, mulheres que passam por situação de Violência Doméstica, incluindo violência física, psicológica, moral, material e patrimonial.

A DCM é uma organização não-governamental sem fins lucrativos e não possui QUALQUER vínculo financeiro ou ideológico voltado ao setor político, portanto é apartidária.

Em relação aos recursos financeiros da entidade, conseguimos dar continuidade às ações sociais por meio de doações de empresas locais e pessoas físicas, além de projetos sociais aprovados por empresas privadas e/ou públicas. Estas são realizadas por meio de EDITAIS que são prontamente enviados pela ONG após o crivo rigoroso de uma equipe VOLUNTÁRIA e especializada na coordenação dos mesmos.

Nosso projeto de oficina-fábrica Construindo o Futuro fora aprovado em 2010 para apoio financeiro da Secretaria do Estado da Cultura, por meio do Edital Anual do Programa Pontos de Cultura, que visa na seleção de instituições da sociedade civil sem fins lucrativos para apresentação de propostas à edição do Programa Mais Cultura do Ministério da Cultura (MinC).

O Ponto de Cultura é um instrumento de pulsão e articulação de ações e projetos sociais, desenvolvendo ações continuadas em pelo menos uma das áreas de Culturas Populares; Grupos Étnico-Culturais; Patrimônio Material; Audiovisual e Radiodifusão; Culturas Digitais, Gestão e Formação Cultural; Pensamento e Memória; Expressões Artísticas; e/ou Ações Transversais.

Nosso projeto está em seu segundo ano e oferece a oficina de capacitação por meio do artesanato com a fibra da bananeira. Desde o primeiro ano, cadastramos 200 mulheres em situação de vulnerabilidade financeira, com dificuldades motoras e mulheres em situação de violência doméstica. Atualmente, 25 mulheres comparecem à ONG três vezes por semana para a confecção dos produtos que seguem, posteriormente, para venda em nosso bazar. Parte do dinheiro arrecadado é destinado ao sustento dessas mulheres. Isto torna a oficina em um instrumento de geração de renda e, consequentemente, em um projeto autosustentável e voltado à preservação do Meio Ambiente.

Reforma

Em relação à reforma realizada nos últimos meses no espaço físico da entidade, localizada à Rua 1º de Janeiro, no bairro Mirim, em Praia Grande, a ONG DCM informa que os recursos para tal foram conquistados por meio da participação em barraca alimentícia do Arraial do Portinho, evento ocorrido de 3 a 25 de junho de 2011 e também com recursos da participação da DCM na Festa da Tainha de 2011, ocorrida de 8 a 31 de julho do mesmo ano, com a venda dos produtos do Construindo o Futuro.

Dentre outras ações realizadas pela entidade para captação de recursos está a realização de bingos beneficentes e eventos como jantares e festas, além do cadastro de Notas Fiscais doadas por consumidores ao Programa Nota Fiscal Paulista. A ONG DCM possui certificações como título de Utilidade Pública e CMAS.

Nossas informações financeiras são divulgadas anualmente por meio de balanços anuais divulgados pela mídia e estão à disposição de consulta. Para maiores informações os VOLUNTÁRIOS e COLABORADORES estão à disposição para maiores esclarecimentos. Sem mais.

Departamento de Comunicação
Assessoria de Imprensa

Ana Silvia Passberg de Amorim
Presidente

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Incontinência urinária afeta 35% das mulheres na menopausa

Fonte: Da redação
Foto: Divulgação

A doença tem maior prevalência entre as mulheres e pode causar depressão


Assim como qualquer outra necessidade vital do nosso organismo, fazer xixi é uma ação importante para o bom funcionamento do corpo. Até então, nenhuma novidade. No entanto, algumas situações corriqueiras podem se transformar em constrangimento para as mulheres que sofrem de incontinência urinária, caracterizada pela perda involuntária da urina em qualquer quantidade. Até o período da menopausa, a doença atinge 15% das mulheres brasileiras, enquanto que, após esta fase, a estatística sobe para 35% da população feminina, segundo a urologista e Livre Docente da Unifesp, Dra. Miriam Dambros.

De imediato, o indício da doença está relacionada à perda de urina durante a realização de alguma atividade que exige esforço, como exercícios físicos ou até mesmo no ato de gargalhar. Com a evolução, a perda involuntária da urina passa a ocorrer durante o dia ou no momento do sono, sem qualquer esforço associado. “Nesses casos, também é muito comum a ida frequente ao toalete e a urgência para urinar em diferentes e quaisquer momentos do dia”, explica a médica.

Embora a prevalência seja maior entre o público feminino, cerca de 8% dos homens brasileiros são diagnosticados com incontinência urinária, mas a prevalência é maior entre o público feminino.  São vários os fatores causadores da enfermidade, como disfunções hormonais, tabagismo, sedentarismo, obesidade, doenças do colágeno e neurológicas. Em alguns casos, a pessoa pode desenvolver depressão por conta da vergonha de expor esse problema e não busca tratamento, o que afeta negativamente a qualidade de vida do indivíduo.

Observar os sintomas é fundamental para o diagnóstico clínico, já que pode ser confirmado de acordo com os relatos do indivíduo. No entanto, se houver necessidade, são solicitados exames de urina I, ultrassom e de sangue, para verificar também se existem outras patologias associadas à incontinência urinária.

Mudanças de hábito

             
Mediante o quadro de incontinência urinária, uma boa notícia: a doença tem cura. Segundo a Dra. Miriam Dambros, “é necessária a avaliação médica para a indicação do melhor tratamento para cada caso, mas há um índice de 90% das pacientes que, após tratadas, ficaram curadas”, revela.

O tratamento implica em orientações para diminuição de peso, prática de exercícios físicos, acompanhamento com fisioterapeuta especializado em períneo e técnicas cirúrgicas específicas. Medidas simples, como evitar o aumento de peso, não fumar e praticar atividades físicas regulares. “As principais dicas são o consumo de dois litros de água por dia, evitar reter urina por muito tempo e ingerir dieta rica em fibras”, observa.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

SAÚDE DCM - Consumo de álcool pode aumentar chances de câncer de mama

Fonte: G1

Tomar de três a seis doses de álcool por semana é uma prática que aumenta o risco de câncer de mama, segundo um estudo de equipes do hospital Brigham and Women's e da Escola Médica da Universidade de Harvard, ambos nos Estados Unidos. O trabalho será divulgado na revista médica "Jama" desta semana.

O artigo explica que pesquisas anteriores já apontavam que o consumo exagerado de álcool estava ligado a maiores chances de desenvolvimento de tumores nos seios, mas o efeito do consumo moderado para a doença ainda não havia sido medido no País.

No trabalho, os pesquisadores usaram informações do Estudo de Saúde de Enfermeiras, um levantamento com dados de 105.986 mulheres acompanhadas de 1980 até 2008. Neste período, o padrão de consumo de álcool entre as participantes foi atualizado oito vezes. O principal dado analisado foi o risco de desenvolvimento de câncer de mama agressivo.

O grupo descobriu 7.690 casos de câncer entre as mulheres do levantamento. Nesses casos, o consumo de até 6 taças de vinho por semana foi ligado a um aumento de 15% nas chances de aparecer um tumor na mama das participantes. Já aquelas que bebiam mais de duas taças por dia tiveram um aumento de 51% no risco de desenvolver a doença ao serem comparadas com mulheres que não beberam nada.

Segundo os autores do artigo, a idade não fez diferença no aumento ou diminuição do risco de desenvolvimento de câncer entre as mulheres que consumiam álcool no levantamento. Uma explicação possível para o efeito nocivo do álcool é a diminuição dos níveis do hormônio estrogênio nas mulheres.

Um editorial publicado na mesma revista alerta que, apesar dos dados do estudo, ainda não existe prova de que a abstinência total reduza os riscos de câncer de mama. O texto destaca ainda os efeitos benéficos do consumo moderado de vinho como a diminuição no risco de morte por doenças cardiovasculares.