quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Médicos de Santos defendem a importância da preservação das células-tronco do sangue de cordão umbilical e lembram que a coleta deve ser no momento do parto

Fonte: Da Redação

Foto: Divulgação

Obstetras da cidade de Santos têm recebido cada vez mais questionamentos sobre a importância em preservar as células-tronco do sangue do cordão umbilical. E como o momento do parto é único e valioso, vem crescendo o número de pacientes que apostam neste tipo de “seguro de vida” para futuras doenças da criança e da família.

Adriano Catapreta, ginecologista e obstetra na cidade, trabalha nas maternidades Casa de Saúde, Santa Casa, Hosptial São Lucas e Hospital Ana Costa. E considera importante a preservação das células-tronco. “As céluas-tronco são totipotenciais, por isso podem ser úteis na cura de várias doenças no futuro. As pesquisas nos indicam que teremos boas surpresas quanto à cura de várias doenças com o uso de células-tronco”.


Com cerca de 3 mil pacientes cadastradas e 100 gestantes no momento, o Dr. Adriano Catapreta costuma incentivar a coleta do sangue do cordão umbilical no momento do parto.

Outra ginecologista em Santos, atuante em quatro maternindades da cidade, Dra. Izilda Puppo é grande defensora da coleta do sangue do cordão umbilical para a preservação das células-tronco.

Durante suas consultas e palestras para gestantes ela costuma falar bastante sobre o tema e sobre a importância da preservação da célula-tronco, realizada após a coleta do sangue do cordão umbilical.  “Desde a descoberta do enorme potencial para tratamentos com as células-tronco e da capacidade de multiplicá-las, aconselho a todas as minhas pacientes a não desperdiçarem este material riquíssimo”, afirma a Dra. Izilda. Trata-se de um seguro de vida para a criança e sua família. Claro que o ideal é que ninguém precise usar as células-tronco preservadas”, observa.

A médica atua na Casa de Saúde Santos, na Beneficência Portuguesa, no Hosptial Ana Costa e no Hospital São Lucas. E sabe que nestas quatro materninades é possível coletar o sangue do cordão umbilical, já que
não existe impedimento das instituições. Tanto o Dr. Adriano, quanto a Dra Izilda já coletam o sangue do cordão umbilical e indicam alguns bancos privados de qualidade para suas pacientes preservarem as células-tronco.

Criogênesis

A Criogênesis é o primeiro banco de células-tronco do Estado de São Paulo. O laboratório fica em São Paulo, mas a empresa conta com clínicas e médicos parceiros em todo o Brasil, que podem realizar a coleta no momento do parto e enviar o material para processamento e guarda. Todo o ciclo do trabalho é feito dentro de rigorosos parâmetros de segurança, para que as células-tronco estejam em ótimas condições caso sejam necessárias em um transplante.

Além de coletar, processar e armazenar o sangue do cordão umbilical do recém-nascido a Criogênesis também produz terapias para uso em cirurgias de reparação óssea e oftalmológica e agora passa a ser pioneira na pesquisa e no congelamento das células-tronco da polpa do dente de leite.

Importância

 “As células-tronco têm um potencial futuro muito grande. Especula-se que mais de uma centena de doenças poderão ser tratadas com células-tronco. Mas comprovadamente podemos dizer que atualmente existem cerca de 50 doençasgraves que podem se beneficiar das células-tronco. A principal delas é a leucemia”, afirma o hemoterapeuta e hematologista Dr. Nelson Tatsui, diretor técnico da Criogênesis, médico do Hospital das Clínicas e do setor de transfusão e coleta de células-tronco da Faculdade de Medicina da USP.


A preservação das células-tronco tem importância para toda a família, já que a chance de se encontrar um doador compatível em bancos públicos pode atingir a dificuldade de 1 para 1 milhão. No maior acervo público dos Estados Unidos, o National Marrow Donor Program (programa norte-americano de doadores de células-tronco), com 250 mil bolsas de sangue de cordão umbilical preservadas e 13 milhões de voluntários, só se consegue atenderefetivamente 30% das pessoas que necessitam de transplantes de células-tronco.

 “Com a diminuição progressiva do número de filhos e com a miscigenação da nossa população é muito difícil encontrar doadores compatíveis. E sabe-se que o irmão é o principal e o mais seguro potencial doador, pois apresenta 25% de chances de ser compatível”, explica o Dr. Nelson Tatsui, diretor da Criogênesis.

Veja abaixo um vídeo relacionado ao período da gravidez:



ONG DCM



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Um comentário:

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    Atenciosamente,

    Ministério da Saúde
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