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domingo, 21 de fevereiro de 2010

ATENÇÃO MÃES!!!! AVC EM CRIANÇAS!

Foto: Divulgação


Fonte:Sec. de Saúde do Estado de SP

Saúde alerta para risco de acidente vascular cerebral em crianças
No ano passado, foram registrados 177 casos entre crianças até 14 anos

A Secretaria da Saúde faz um importante alerta para os pais: criança também corre risco de sofrer Acidente Vascular Cerebral (AVC). Apesar de ser um problema que na maior parte dos casos acomete pessoas adultas, há risco também para os pequenos. Em 2008, foram registrados 266 casos, com 28 óbitos e, em 2009, foram 177, entre crianças até 14 anos de idade.

O AVC ocorre quando há uma interrupção do fluxo sanguíneo para determinada área do cérebro, provocando um infarto ou hemorragia. Em 90% dos casos algum membro do corpo para de funcionar. Os sintomas mais frequentes são diminuição da força muscular (que pode ser localizada ou generalizada), perda da consciência, defeito no campo visual, dificuldade na fala, dor de cabeça e convulsão, entre outros.

"Não existe prevenção para o AVC na população infantil. Algumas crianças fazem parte de grupo de risco para o AVC, como portadores de anemia falciforme, cardiopatias congênita, hipercolesterolêmia e diabetes. Os fatores de risco da doença na infância são diferentes dos casos em adultos (hipertensão arterial, obesidade e infarto)", afirma o neuro-pediatra do Hospital Infantil Darcy Vargas, Paulo Breinis.

Existem dois tipos de Acidente Vascular Cerebral: o isquêmico e o hemorrágico. O primeiro é mais comum e provoca uma interrupção da passagem do fluxo sanguíneo para uma determinada área do cérebro. Já o hemorrágico, geralmente o mais grave, se caracteriza pelo derrame cerebral, no qual, além da obstrução, existe vazamento de sangue. As sequelas podem ser reversíveis, como num AVC isquêmico pequeno ou podem deixar problemas neurológicas importantes. O tratamento é baseado na reabilitação multidisciplinar com fisioterapia, psicologia e outros tratamentos.

"Após o primeiro episodio, é realizada uma extensa investigação (laboratorial e neurorradiológica) para se determinar a causa. O grande objetivo é que, se soubermos a causa, temos como evitar a repetição do evento AVC. A investigação sobre as causa do AVC na infância é fundamental. Mesmo assim, apesar de todo aparato médico científico tecnológico, ficamos sem saber o que realmente ocorreu em cerca de 30% dos casos", completa Dr. Paulo Breinis.